Sorrisos verdadeiros
estão menos presentes
em uma vida cautelosa
do que a morte.
Já a morte
quando próxima
estimula muitos sorrisos.
Uma rosa comprada,
vem sem emoções.
Uma rosa colhida,
vem com espinhos.
Um amor controlado
vem com a rotina.
O amor impulsivo
vem com dor e prazer.
O amar sempre é acompanhado do temer:
temer perder, temer sofrer...
Qual a graça de brigar,
se não pretende perdoar?
Qual a graça de brigar,
se não pretende sofrer?
E sua vida sem sorrisos?
Como vai?
Eu vou bem...
A morte lhe mandou um abraço.
Essa poesia eu dedico para o meu professor de filosofia, Luiz Pires, que me levou para uma olimpíada de filosofia!
domingo, 7 de novembro de 2010
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