domingo, 23 de maio de 2010

Uma manhã interminável

Meu sonho termina em desastre
Em uma manhã anoitecida
Com ar de fim de amor
O medo de rotina é cotidiano

Ando em ritimo inacelerado
Sem saber para onde ir
Nesta manhã com cara de noite
Fruto de uma noite que foi o fim

Esse fim... Mal compensou o começo
O começo que deve ter sido bom
O que foi que começou?
Não sei...

Mas mesmo sem saber
Sei que o fim dói
Arde como fim de amor
Sinto as garras na minha pele

Mas não vejo que animal está fazendo isso
Nem onde ele está
Por isso dói tanto
Por isso preciso de alguém para curar essas feridas

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